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Os animais de estimação fazem parte da rotina de muitos condomínios, mas a convivência entre pets e moradores exige respeito, responsabilidade e regras claras. Situações envolvendo latidos constantes, falta de higiene ou circulação inadequada nas áreas comuns podem causar conflitos e prejudicar o bem-estar coletivo.O condomínio não pode proibir, de forma genérica, a presença de animais dentro dos apartamentos. No entanto, pode estabelecer regras para o uso de guias, circulação nos elevadores, recolhimento de dejetos e acesso a espaços como piscinas, academias e salões de festas.Essas normas devem estar previstas na convenção ou no regimento interno e respeitar três pontos fundamentais: saúde, segurança e sossego. Quando o comportamento de um animal compromete algum desses princípios, a gestão condominial pode adotar as medidas necessárias.Os tutores também precisam cumprir sua parte. Utilizar guia, manter a higiene, controlar os ruídos e respeitar as áreas comuns são atitudes que ajudam a evitar conflitos e permitem que os pets façam parte da comunidade de maneira harmoniosa.A Zampieri Condomínios está preparada para auxiliar síndicos e condomínios na criação e aplicação de regras que favoreçam uma convivência mais segura, organizada e respeitosa.Quer saber mais? Este tema faz parte da série Os 5 Cs do Condomínio, apresentada no CBN Condomínios por Solange Syllos. A série aborda cinco dos principais assuntos da convivência condominial: cano, cachorro, criança, carro e calote....
Agosto é o Mês de Prevenção a Incêndio e representa uma oportunidade importante para síndicos e administradores revisarem as condições de segurança dos condomínios. Entre os principais pontos de atenção está o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, o AVCB, documento que comprova que a edificação atende às exigências de segurança contra incêndio e situações de emergência.Manter o AVCB regularizado, no entanto, é apenas uma parte do trabalho. A prevenção depende de uma rotina permanente de acompanhamento das instalações e dos equipamentos de segurança do condomínio.Extintores precisam estar dentro da validade e instalados em locais adequadamente sinalizados. Rotas de fuga devem permanecer livres e desobstruídas, sem bicicletas, caixas, móveis ou outros objetos nos corredores. A iluminação de emergência também precisa estar em pleno funcionamento para garantir condições adequadas de evacuação caso seja necessária.Esses cuidados fazem parte das responsabilidades da administração condominial. A identificação de irregularidades durante uma fiscalização do Corpo de Bombeiros pode gerar consequências para o condomínio e também responsabilização do síndico, dependendo das circunstâncias.Por isso, a gestão preventiva é fundamental. Acompanhar os prazos do AVCB, programar a renovação com antecedência, verificar periodicamente equipamentos e manter uma rotina de inspeção ajudam a reduzir riscos e evitam que questões importantes de segurança sejam tratadas apenas quando surge um problema.Na Zampieri Condomínios, o acompanhamento dessas obrigações faz parte de uma administração profissional, que auxilia o síndico na organização dos prazos e das demandas necessárias para o funcionamento e a segurança do condomínio.Prevenir também é administrar. Uma gestão eficiente cuida hoje para evitar problemas amanhã....
A 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ/MG) manteve a condenação de um condomínio após um cão de rua atacar o cachorro de uma moradora dentro das áreas comuns do residencial. O animal sofreu ferimentos graves, passou por cirurgias e tratamentos veterinários, mas morreu meses depois.De acordo com o processo, o cão de rua permanecia com frequência nas dependências do condomínio, era alimentado no local e já havia apresentado comportamento agressivo, inclusive com tentativas anteriores de atacar outros animais. Para a Justiça, essas circunstâncias demonstraram que a administração tinha conhecimento do risco e não tomou providências suficientes para evitar o episódio.Em primeira instância, foi reconhecida a responsabilidade do condomínio pela falha na vigilância e na segurança das áreas comuns. A Justiça também considerou que a tutora contribuiu para o ocorrido, já que o regimento interno estabelecia regras para a circulação de animais domésticos nas áreas de lazer que não teriam sido integralmente cumpridas naquele momento.Com isso, foi estabelecida culpa concorrente, com 70% da responsabilidade atribuída ao condomínio e 30% à moradora. O residencial foi condenado ao pagamento de R$ 5,9 mil por danos materiais e R$ 5 mil por danos morais.Ao analisar o recurso, o TJ/MG manteve a decisão. A relatora, desembargadora Maria Luiza Santana Assunção, considerou que não se tratava de uma entrada isolada e imprevisível de um animal de rua. Segundo as provas apresentadas, a presença do cão no residencial era habitual e seu comportamento agressivo já era conhecido.O entendimento também destacou que a administração poderia ter buscado alternativas para reduzir o risco, como acionar os órgãos públicos competentes ou reforçar os mecanismos de fiscalização e controle, sem a necessidade de adotar qualquer medida violenta contra o animal.O caso reforça a importância de uma administração condominial atenta aos riscos existentes nas áreas comuns. Quando uma situação potencialmente perigosa é identificada, cabe à gestão avaliar as providências possíveis para preservar a segurança dos moradores, visitantes e animais que circulam pelo condomínio.Na Zampieri Condomínios, a administração profissional busca auxiliar síndicos e condomínios na organização de processos, prevenção de riscos e condução das situações que fazem parte da rotina condominial....