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Confira matérias para te ajudar na organização da vida em condomínio!
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu em todo o país os processos que discutem as locações de curta duração em condomínios residenciais. Agora, o tribunal vai definir em quais situações os condomínios podem restringir esse tipo de uso dos imóveis.A discussão faz parte do Tema Repetitivo 1.443 e envolve os Recursos Especiais 2.272.537/SC e 2.272.536/SP. O principal ponto é saber se uma convenção que determina o uso exclusivamente residencial das unidades já permite barrar estadias de poucos dias ou se a proibição precisa estar escrita de forma expressa.O assunto ganhou espaço com o aumento das locações de curta duração em prédios residenciais. Para os condomínios, a maior circulação de pessoas pode exigir atenção adicional ao controle de acesso, à segurança, ao uso das áreas comuns e ao cumprimento das regras internas.O STJ já analisou casos semelhantes e reconheceu que determinadas formas de estadia por períodos curtos podem entrar em conflito com a finalidade residencial do empreendimento. O novo julgamento deverá estabelecer uma orientação para processos que tratam especificamente da questão agora analisada.Por enquanto, a suspensão não significa que as locações de curta duração estejam proibidas. A regra ainda será definida pelo STJ.Para a Zampieri Condomínios, o caso reforça a importância de convenções claras e atualizadas. Regras bem definidas ajudam a prevenir conflitos e dão mais segurança para moradores, síndicos e para a própria administração do condomínio....
O mês de setembro amplia uma conversa que precisa estar presente durante todo o ano: a atenção à saúde mental. Para a Zampieri Condomínios, esse cuidado também encontra espaço na vida condominial, já que administrar um empreendimento significa lidar diariamente não apenas com patrimônio, serviços e obrigações, mas principalmente com pessoas.A convivência aproxima moradores, funcionários e gestores de diferentes realidades. Em alguns momentos, essa proximidade pode fazer com que sinais de uma situação delicada sejam percebidos por quem compartilha aquela rotina. Isso não transforma o condomínio em responsável pelo acompanhamento psicológico de ninguém, mas mostra como empatia, respeito e informação podem contribuir para relações mais saudáveis.Atenção sem ultrapassar limitesSíndicos, colaboradores e moradores não têm a função de identificar doenças ou determinar o que uma pessoa está enfrentando. Quando alguém apresenta alterações marcantes em sua rotina ou demonstra sofrimento emocional, a postura mais adequada é agir com sensibilidade, sem julgamentos ou especulações.Uma conversa reservada, a disposição para ouvir e a indicação de atendimento especializado podem ser mais úteis do que tentar encontrar respostas para uma situação que exige conhecimento profissional.Respeito também significa preservarDentro de um condomínio, informações circulam rapidamente. Por isso, situações pessoais exigem discrição.Grupos de mensagens, conversas em áreas comuns e outros canais coletivos não são espaços adequados para discutir a condição emocional ou problemas particulares de um morador. Mesmo quando existe preocupação legítima, preservar a intimidade deve fazer parte da forma como a situação é conduzida.Essa atenção também precisa alcançar os trabalhadores do condomínio. Porteiros, zeladores, profissionais de limpeza, manutenção e demais colaboradores enfrentam pressões próprias de suas atividades e devem encontrar um ambiente profissional baseado no respeito.Uma gestão preparada faz diferençaA atuação preventiva também passa pela organização. Condomínios podem manter contatos de emergência acessíveis, orientar suas equipes sobre os procedimentos diante de situações críticas e estabelecer formas adequadas de comunicação com moradores e familiares.Para a Zampieri Condomínios, uma administração eficiente não se resume à operação do empreendimento. Uma gestão bem estruturada também contribui para uma convivência mais organizada, respeitosa e consciente.Setembro termina, o cuidado continuaO Setembro Amarelo ajuda a colocar o assunto em evidência, mas saúde mental não deve ser lembrada somente durante um mês.Construir boas relações, reduzir conflitos, respeitar a individualidade e saber procurar auxílio especializado quando necessário são atitudes que podem fazer parte da rotina de qualquer comunidade condominial.Em uma emergência com risco à vida, o SAMU pode ser acionado pelo 192. Para quem busca apoio emocional, o CVV oferece atendimento gratuito pelo número 188, durante 24 horas por dia. A rede pública de saúde também dispõe de unidades e serviços voltados ao atendimento em saúde mental. Na Zampieri Condomínios, cuidar da administração é também compreender que, antes de prédios, existem pessoas....
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a disponibilização de informações financeiras em sistema eletrônico não afasta, por si só, o dever de prestar contas sobre a administração de bens em condomínio.O caso envolve dois irmãos coproprietários de imóveis. Um deles buscou na Justiça informações detalhadas sobre a gestão dos bens, enquanto o outro alegou que os dados financeiros já estavam disponíveis em uma plataforma eletrônica.Segundo a relatora, ministra Nancy Andrighi, quem administra bens de terceiros deve prestar contas de forma completa e organizada. O simples acesso aos dados por meio de uma plataforma não necessariamente atende a essa obrigação.A decisão reforça a importância de uma gestão transparente e de uma prestação de contas clara e adequada, mesmo com o uso de ferramentas digitais na administração.Na Zampieri Condomínios, tecnologia e transparência caminham juntas para tornar a gestão condominial mais organizada, segura e acessível....