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Agosto é o Mês de Prevenção a Incêndio e representa uma oportunidade importante para síndicos e administradores revisarem as condições de segurança dos condomínios. Entre os principais pontos de atenção está o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, o AVCB, documento que comprova que a edificação atende às exigências de segurança contra incêndio e situações de emergência.Manter o AVCB regularizado, no entanto, é apenas uma parte do trabalho. A prevenção depende de uma rotina permanente de acompanhamento das instalações e dos equipamentos de segurança do condomínio.Extintores precisam estar dentro da validade e instalados em locais adequadamente sinalizados. Rotas de fuga devem permanecer livres e desobstruídas, sem bicicletas, caixas, móveis ou outros objetos nos corredores. A iluminação de emergência também precisa estar em pleno funcionamento para garantir condições adequadas de evacuação caso seja necessária.Esses cuidados fazem parte das responsabilidades da administração condominial. A identificação de irregularidades durante uma fiscalização do Corpo de Bombeiros pode gerar consequências para o condomínio e também responsabilização do síndico, dependendo das circunstâncias.Por isso, a gestão preventiva é fundamental. Acompanhar os prazos do AVCB, programar a renovação com antecedência, verificar periodicamente equipamentos e manter uma rotina de inspeção ajudam a reduzir riscos e evitam que questões importantes de segurança sejam tratadas apenas quando surge um problema.Na Zampieri Condomínios, o acompanhamento dessas obrigações faz parte de uma administração profissional, que auxilia o síndico na organização dos prazos e das demandas necessárias para o funcionamento e a segurança do condomínio.Prevenir também é administrar. Uma gestão eficiente cuida hoje para evitar problemas amanhã....
A 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ/MG) manteve a condenação de um condomínio após um cão de rua atacar o cachorro de uma moradora dentro das áreas comuns do residencial. O animal sofreu ferimentos graves, passou por cirurgias e tratamentos veterinários, mas morreu meses depois.De acordo com o processo, o cão de rua permanecia com frequência nas dependências do condomínio, era alimentado no local e já havia apresentado comportamento agressivo, inclusive com tentativas anteriores de atacar outros animais. Para a Justiça, essas circunstâncias demonstraram que a administração tinha conhecimento do risco e não tomou providências suficientes para evitar o episódio.Em primeira instância, foi reconhecida a responsabilidade do condomínio pela falha na vigilância e na segurança das áreas comuns. A Justiça também considerou que a tutora contribuiu para o ocorrido, já que o regimento interno estabelecia regras para a circulação de animais domésticos nas áreas de lazer que não teriam sido integralmente cumpridas naquele momento.Com isso, foi estabelecida culpa concorrente, com 70% da responsabilidade atribuída ao condomínio e 30% à moradora. O residencial foi condenado ao pagamento de R$ 5,9 mil por danos materiais e R$ 5 mil por danos morais.Ao analisar o recurso, o TJ/MG manteve a decisão. A relatora, desembargadora Maria Luiza Santana Assunção, considerou que não se tratava de uma entrada isolada e imprevisível de um animal de rua. Segundo as provas apresentadas, a presença do cão no residencial era habitual e seu comportamento agressivo já era conhecido.O entendimento também destacou que a administração poderia ter buscado alternativas para reduzir o risco, como acionar os órgãos públicos competentes ou reforçar os mecanismos de fiscalização e controle, sem a necessidade de adotar qualquer medida violenta contra o animal.O caso reforça a importância de uma administração condominial atenta aos riscos existentes nas áreas comuns. Quando uma situação potencialmente perigosa é identificada, cabe à gestão avaliar as providências possíveis para preservar a segurança dos moradores, visitantes e animais que circulam pelo condomínio.Na Zampieri Condomínios, a administração profissional busca auxiliar síndicos e condomínios na organização de processos, prevenção de riscos e condução das situações que fazem parte da rotina condominial....
A inadimplência condominial compromete o planejamento financeiro e pode prejudicar serviços essenciais, contratos de manutenção e melhorias previstas para o empreendimento. Por isso, além das cobranças amigável e judicial, a inclusão do devedor em cadastros de proteção ao crédito pode fazer parte da estratégia de recuperação dos valores.Em regra, não é necessário convocar uma nova assembleia para autorizar individualmente a negativação de cada condômino inadimplente. A obrigação de pagar as despesas condominiais decorre da legislação e da convenção. No entanto, as contribuições ordinárias ou extraordinárias devem estar previstas na convenção ou aprovadas em assembleia, além de documentalmente comprovadas.A negativação não deve ser tratada como punição ao morador, mas como uma medida legítima de cobrança. Antes de solicitar a inclusão do nome do devedor no Serasa ou no SPC, a administração precisa confirmar se a dívida está vencida, identificar corretamente o responsável pelo pagamento e verificar os valores, multas, juros e correções aplicados. Também é necessário conferir se houve pagamento, acordo ou contestação ainda não registrada.Todo o procedimento deve ser documentado. A comunicação prévia também merece atenção, assim como o cumprimento das regras da convenção e das deliberações do condomínio. Informações incorretas podem resultar em inscrição indevida, retirada do registro e eventual responsabilização por danos.A inadimplência também não autoriza a exposição pública do morador, a divulgação de seu nome em áreas comuns ou a restrição do uso de espaços coletivos. A cobrança precisa ser conduzida de forma profissional, respeitosa e juridicamente segura.Uma administração organizada faz diferença nesse processo. A cobrança condominial exige controle financeiro, análise documental, comunicação adequada e acompanhamento dos prazos. Quando essas etapas não são realizadas corretamente, o condomínio pode perder recursos e ainda enfrentar questionamentos judiciais.A Zampieri Condomínios auxilia síndicos na organização da inadimplência, no acompanhamento das cobranças e na adoção de procedimentos mais seguros para a gestão. Se o peso da administração financeira está concentrado nas mãos do síndico, conte com a Zampieri Condomínios para cuidar desse e de outros desafios da rotina condominial....